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Polícia Crime.

Faccionada timonense, Maria Clara, morre em confronto com a PM-PI.

A vítima MARIA CLARA MARINHO SANTOS, 22 anos, atingida por disparos de arma de fogo.

22/04/2022 12h06 Atualizada há 1 mês
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Por: Redação Fonte: R 10.
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Uma mulher identificada como Maria Clara Marinho Santos, de 22 anos, morreu em um confronto com policiais do 6º Batalhão da Polícia Militar na madrugada desta sexta-feira (22), por volta de 4h30, na Vila Concórdia, zona sul de Teresina

A vítima MARIA CLARA MARINHO SANTOS, 22 anos, atingida por disparos de arma de fogo,  possui vários processos criminais em Timon-MA.

Maria Clara tinha 22 anos e uma extensa ficha criminal
Maria Clara tinha 22 anos e uma extensa ficha criminal
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MARIA CLARA estava usando tornozeleira eletrônica e responde processos criminais por tráfico de drogas, tendo sido presa em 2018 com 2,5 Kg de cocaína, ficando presa APENAS 1 DIA, saindo em audiência de custódia.

Em 2019, MARIA CLARA foi presa com uma pistola e permaneceu presa menos de um mês.

No dia 05/11/2021 MARIA CLARA e FRANCISCA VITORIA, foram presas com 4 motos com ocorrências de roubo e furto no Conjunto Cocais, em Timon. Foi arbitrado fiança e liberada.

No dia 03/12/2021 MARIA CLARA, investigada por homicídios, foi presa pela DHPP de Timon e autuada por tráfico de drogas e conforme a justiça, foi determinada a colocação de tornozeleira eletrônica por se encontrar gestante.

 

No dia 13/01/2022, mesmo com tornozeleira eletrônica e gestante, MARIA CLARA foi presa após realizar diversos assaltos em Timon. Foi autuada em flagrante e recambiada para maternidade prisional de São Luis-MA, onde, mais uma vez, após dar a luz a um bebê, a justiça determinou prisão domiciliar.

 

 Conforme informações da polícia civil de Timon, deixava a tornozeleira descarregar para curtir com parceiros do crime e cometer crimes.

MARIA CLARA foi indiciada no crime de homicídio de Gerardo, ocorrido no dia 3/11/2021, no bairro Lourival Almeida.

Foi indiciada no crime de homicídio de Matheus Salgado, sequestrado, torturado, morto com requintes de crueldade e teve seu corpo ocultado (enterrado em cova rasa) na mata do Lourival Almeida em Timon.

Os policiais relataram que MARIA CLARA era integrante de Organização Criminosa, uma das líderes do quadro feminino e nas ultimas prisões, mesmo sem emprego, possuia de dois a três advogados para defendê-la. 

Clara, fez de tudo para ser presa (tráfico, roubos, receptação, corrupção de menores, tortura, sequestro e homicídio) e acabou morta com um tiro, utilizando tornozeleira eletrônica.

 

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